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Conheça O Processo De Produção De Mudas De Raiz Nuas

Atualizado: Jan 13

Conheça um pouco sobre o processo de produção de mudas de raíz nuas da Vitacea Brasil, líder nacional de viveiros vitícolas,das matrizes à comercialização.



1.Fluxograma de Produção: da Matriz à Picagem


O fluxograma de produção de mudas de raiz nuas baseia-se em várias etapas. Dividimos neste artigo 3 partes de 5 etapas cada, para que possam acompanhar melhor. Confira a seguir.

1.Matrizes de Porta-enxerto; 2.Matrizes de produtoras; 3.Poda de matrizeiros; 4.Preparo de estacas; 5.Picagem das produtoras (borbulhas);


Veja abaixo:

Após a picagem, inicia-se a enxertia.


2.Fluxograma de Produção: Enxertia ao Plantio


6.Enxertia;

7.Parafinagem;

8.Câmara Quente;

9.Reparafinagem e Hormonagem;

10.Plantio;


Veja a seguir:

Enxertia de campo

Na enxertia de campo, os porta-enxertos são plantados no local definitivo, onde permanecem por, aproximadamente, 4 a 6 meses, até apresentarem diâmetro e maturação adequados para serem enxertados.

Quando se utilizam estacas não enraizadas, seu plantio pode ser feito diretamente no campo. Neste caso, maior atenção deverá ser dada para o umedecimento do solo nas proximidades das estacas, pois qualquer deficiência hídrica durante as fases de enraizamento e brotação levará à perda das mesmas. O plantio de mudas de porta-enxerto enraizadas ou em raiz nua é mais recomendado, pois reduz os riscos de perdas de plantas no campo.


Recomenda-se a realização de dois enxertos por planta, mas se ocorrer o pegamento dos dois enxertos, seleciona-se aquele que apresentar brotação mais vigorosa e elimina-se o outro. Esta operação deve ser realizada quando a brotação mais vigorosa apresentar cerca de 40 cm de comprimento, para evitar a ocorrência de falhas em consequência da quebra dos ramos por ocasião da sua amarração na estaca do parreiral.


A enxertia de campo não deve ser feita no período chuvoso e, em qualquer período do ano em que esta seja realizada, todo cuidado deve ser dispensado ao manejo da irrigação.

A enxertia verde ou herbácea, embora realizada com sucesso em outras regiões do País, é pouco utilizada no Submédio do Vale do São Francisco, pois devido ao clima muito quente e seco durante quase todo o ano, os riscos de falhas no pegamento da enxertia são maiores que na enxertia lenhosa.


A enxertia no campo é uma prática viável para pequenas propriedades, sendo que a sua principal vantagem sobre a enxertia de mesa é a presença do sistema radicular bastante desenvolvido por ocasião da enxertia, resultando no desenvolvimento rápido e uniforme das brotações e no crescimento vigoroso do ramo principal e dos ramos laterais, proporcionando uma maior facilidade e rapidez na formação da parte aérea da planta. As principais desvantagens são o tempo necessário, os custos associados para manutenção do porta-enxerto no campo, até que o mesmo esteja apto para a enxertia, e um maior risco de falhas na enxertia, resultando, muitas vezes, em parreirais desuniformes. Neste caso, recomenda-se produzir ou adquirir mudas enxertadas para repor as falhas de enxertia, o mais rápido possível.


(fonte:Embrapa)


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Após o plantio, seguimos então para o os processos finais, desde o desenvolvimento do viveiro à comercialização.


3.Fluxograma de Produção: Desenvolvimento à Comercialização


11.Desenvolvimento do viveiro;

12.Arranquio;

13.Triagem;

14. Embalagem;

15.Comercialização.


Confira nas imagens:


Todas as imagens que constam nesse artigo são da matriz Vitacea Brasil. #plantio #mudas #raiz #viveiro #vitaceabrasil


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